sexta-feira, 30 de abril de 2010

Yes, we love Jesus!


Marina Obama Silva

Na edição da Revista Isto É, do dia 14 de abril há uma matéria a respeito da campanha realizada pelo presidente norte-americano Barack Hussein Obama na Internet.

Tal campanha foi considerada pelo idealizador da mesma, uma arma fundamental para a eleição do primeiro presidente negro da história daquele país, inovando em termos de interação entre candidato e eleitores e especialmente na sua forma de financiamento.

As camapanhas, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, são, de forma geral, financiadas por grandes empresas e corporações, ou seja, por quem tem bufunfa. Já na campanha de Obama, o financiamento ocorreu também graças às contribuições de pessoas físicas, que doaram em média pouco mais de 100 dólares.

O número de doadores naquele país chegou a 3 milhões de pessoas, constituindo uma arrecadação de aproximadamente 500 milhões de dólares.

Se deu certo lá, vai dar aqui.

A candidata Marina Silva, sabendo da nova tendência nas eleições norte-americanas, tratou de contratar uma equipe para tentar repetir a experiência no nosso Brasil.

Até o momento, nossa ilustre candidata do PV conseguiu arrecadar a quantia gigantesca de 2500 reais...Com o perdão da expressão P&%$ que o p54&*. Essa quantia não paga nem o salário de um dos responsáveis pela campanha virtual de nossa cabocla.

Poxa Marininha, não deu certo, não é?

Não, não mesmo! Tenho alguns motivos pelos quais essa tática não deu certo no Brasil, em primeiro lugar os políticos aqui estão com tanta credibilidade quanto o programa do Gugu, em segundo lugar, bem, em segundo lugar ta sempre o Vasco, é meu time, mas fazer o que?!

Voltando a falar sério, em segundo lugar apenas 25% da nossa população tem acesso à internet, sendo que a maioria dos seus eleitores econtram-se no nordeste Marina, essa campanha torna-se ainda mais, mais, mais, é.... pegarei leve, inadequada.

Em terceiro lugar, você não vai vencer essa eleição, não que eu não esteja torcendo por você...Ah, ta bem, não estou! Mas fatos são fatos, de forma que o carisma é fundamental para a arrecadação de recursos conforme escreveu Levitt,um dos autores de freakonomics.

Se a pólitica não é nosso forte, e ao que parece os próprios políticos sabem disso, vamos produzir pérolas, não é?!

Fico por aqui com uma breve risada.. Ha Ha ha.

Até mais.

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